Edilson Antonio Catapan (Organizador)

Tendências contemporâneas das ciências sociais aplicadas

Vol. 03

Brazilian Journals Editora 2020

2020 by Brazilian Journals Editora Copyright O Brazilian Journals Editora Copyright do Texto O 2020 Os Autores Copyright da Edição O 2020 Brazilian Journals Editora Editora Executiva: Barbara Luzia Sartor Bonfim Catapan Diagramação: Sabrina Binotti Edição de Arte: Sabrina Binotti Revisão: Os Autores

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| Ano 2020 Br)

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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

C357a Catapan, Edilson Antonio Tendências contemporâneas das ciências sociais aplicadas / Edilson Antonio Catapan. São José dos Pinhais: Editora Brazilian Journals, 2020. 218 p.

Formato: PDF

Requisitos de sistema: Adobe Acrobat Reader Modo de acesso: World Wide Web

Inclui: Bibliografia

ISBN: 978-65-86230-11-6.

1. Desenvolvimento urbano. 2. Comportamento social. |. Catapan, Edilson Antonio Il. Título

Brazilian Journals Editora São José dos Pinhais Paraná Brasil www .brazilianjournals.com.br editoraDbrazilianjournals.com.br

| Ano 2020

LE

APRESENTAÇÃO

A obra intitulada “Tendências contemporâneas das ciências sociais aplicadas 3”, publicada pela Brazilian Journals, apresenta um conjunto de dezesseis capítulos que visa abordar diversas temáticas ligadas à área da administração, possibilitando melhor entendimento a aqueles que desejam ampliar seus conhecimentos sobre os aspectos importantes relacionados a uma sociedade: suas origens, processos históricos, funcionamento, aspectos de desenvolvimento, transformações sociais, conflitos, características culturais, econômicas e políticas. A seguir são apresentados os estudos que compõem os capítulos deste livro.

Logo, os artigos apresentados neste volume abordam: Evaluación institucional de la gestión universitaria; clima organizacional: análise comparativa das percepções dos colaboradores e dua relação com o nível hierárquico; a prática pericial do ministério público do RJ em avaliação ambiental: o quesito locacional; o paradigma funcional no desenvolvimento Front-End: oportunidades e desafios; estrutura organizacional e classificação de órgãos públicos: um estudo de caso na UTFPR e entre outros.

Dessa forma, agradecemos aos autores por todo esforço e dedicação que contribuíram para a construção dessa obra, e esperamos que este livro possa colaborar para a discussão e entendimento de temas relevantes para a área de administração, orientando docentes, estudantes, gestores e pesquisadores à reflexão sobre os assuntos aqui apresentados.

Edilson Antonio Catapan

SUMÁRIO

CAPITULO 01 s.szsessccsssiasasss discada ias dio aes das d dad RAS cRÓ ideas en da 1

INCIDENCIA DE LOS SMARTPHONE EN EL DESARROLLO DE LA PLASTICIDAD CEREBRAL EN NINOS DE 0 A 6 ANOS, EN UN CONTEXTO DE ALTA VULNERABILIDAD.

José Manuel Salum Tomé

DOI 10.35587/brj.ed.0000298

CAPITULO DO: as cross URS A LESS ESSES FRA EA LES LOS ASSES 12

EVALUACIÓN INSTITUCIONAL DE LA GESTIÓN UNIVERSITARIA. Cresencia Barrios de Morínigo Lida Valenzuela de Brull DOI 10.35587/brj.ed.0000299

CAPITULO 08.05 =055006ESsad assi E 36

O NEGRO NO LIVRO “HISTÓRIA DO PARÁ”, DEBENEDICTO MONTEIRO (2006). Amanda Martins Olegário DOI 10.35587/brj.ed.0000300

CAPITULO DM ec: 8085000205 db5 TEENS (OS SEO GOLE lEaGaUSS GEES DAS can GlbEDEaS SUA ig if 46

INVESTIGAÇÃO SOBRE A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS E SOLUÇÕES DE TI PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL BRASILEIRA.

Luiz Sérgio Plácido da Silva

Renata Teles Moreira

Alexandre M. L. Vasconcelos

DOI 10.35587/brj.ed.0000301

CAPITULO 05.4: 2.c0:8285005i5/85005500i0 Goiadionodsê ioga fel /Sidagó! Oleo L toa noi Gira G SS ssa nd da 64

PARTICIPAÇÃO POPULAR NO CONTEXTO DA GOVERNANÇA LOCAL. Laís Bezerra Nascimento de Lacerda Cleomacio Miguel da Silva DOI 10.35587/brj.ed.0000302

CAPITULO DO 2 ns SEE EEE a 78

THE ROLE OF WOMEN IN RESEARCH WITH IN THE UNIVERSITY OF CORDOBA. Alexander Maz-Machado David Gutiérrez-Rubio Pilar Gutiérrez-Arenas Carmen León-Mantero Cristina Rodríguez-Faneca DOI 10.35587/brj.ed.0000303

CAPITULO DE ss sos Gorros i ES das dE PR ESSE SEG USSE ECOS SEDES ORSE FEUDNE EDS SE ciuens capta 91

CLIMA ORGANIZACIONAL: ANÁLISE COMPARATIVA DAS PERCEPÇÕES DOS COLABORADORES E SUA RELAÇÃO COM O NÍVEL HIERÁRQUICO.

Karolline Nascimento Gava Nicássia Feliciana Novôa

Helder Antônio da Silva Wanderléia da Consolação Paiva DOI 10.35587/brj.ed.0000304

6 (el gO [6,6 À à(s RRRNanN RN Soa RRRISR NE so aARE E EDP e ope aeee ARS PE fee a a DR 140

SEGURIDADE SOCIAL E DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO: A REFORMA ESTRUTURAL E SEUS REFLEXOS NO TRABALHO.

João Paulo Zanin Júnior DOI 10.35587/brj.ed.0000305

CAPITULO DO... 5:20055525220:055;200500, 0 000.CDsSUos Gee Ja70 GUeEs ATURUE qi da ER OEE JE MOS E SEU 152

ANÁLISE DAS ÁREAS EXTERNAS DE DOIS CAMPI DA UNIRIO CONSIDERANDO O BEM-ESTAR.

Genes de Lima Martins Neto

Ribeiro Tarjano Leo

DOI 10.35587/brj.ed.0000306

CAPÍTULO 10... eeeeeeeereeeeeeeereereeneeereereearereeereearereeera 1ZT

A PRÁTICA PERICIAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO RJ EM AVALIAÇÃO AMBIENTAL: O QUESITO LOCACIONAL. Gabriel Santos Gonçalves

Jorge Antônio Martins DOI 10.35587/brj.ed.0000307

CAPITULO diseases cosas ES SS Si EAGLE USER ESSES ESSES ES SESC S SPO 191

ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DA PESQUISA EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES. Ercilia de Stefano Fátima Regina Neves Lima Fernanda Santana de Paulo Gabriela Fllgueiras Valadão Borges

Giovane Hammes Vieira DOI 10.35587/brj.ed.0000308

CAPITULO 12... amas asissspeisegs nin dESiaas Oie cine raia Ga adia jan eliana 214 O PARADIGMA FUNCIONAL NO DESENVOLVIMENTO FRONT-END: OPORTUNIDADES E DESAFIOS.

Leonardo de Oliveira Farroco

Ercilia de Stefano

Nelson Francisco Fávilla Ebecken

Fernanda Santana de Paulo

Sumaya Mário Nosoline

DOI 10.35587/brj.ed.0000309

CAPITURO O sos qua soca a pas se UE Sra paPa DE Rd ECA pa A GR aa ca Lad E O 225

RESEARCH ON RISK MANAGEMENT IN LOGISTICS: METRICS AND TRENDS. Ercilia de Stefano

Leonardo de Oliveira Farroco Gilson Brito Alves Lima

Osvaldo Luiz Gonçalves Quelhas DOI 10.35587/brj.ed.0000310

CAPITULO 14.05...555..550005502055500 0000655 R0Ssiai DOS ses oOS ad OO Eis ORE 247

LUZ, CÂMERA, PALCO, AÇÃO: A CONTEMPORANEIDADE NO FIO DE UMA NAVALHA.

Haydê Costa Vieira

Wagner Corsino Enedino

DOI 10.35587/brj.ed.0000311

CAPÍTULO 15......cuaicroeesicuciaeesivnaronncoadnassóvsondaPads neo cdaEdn do ndndds aid nana diicadiaaa dice na 189

PERDA DE ÁGUA E A REABILITAÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO WATER LOSS AND REHABILITATION OF SUPPLY SYSTEMS.

Ana Alice Quintans de Araujo

Amanda Raquel Bezerra de Lima

Sabrina Holanda Oliveira

Ruth Silveira do Nascimento

Rui de Oliveira

DOI 10.35587/brj.ed.0000312

CAPITULO 10 ssti ars oiço dota na ao co a rara pg 199 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E CLASSIFICAÇÃO DE ÓRGÃOS PÚBLICOS: UM ESTUDO DE CASO NA UTFPR.

Priscilla Lopes Bertolino

Dario Dergint

Maurício Alves Mendes

DOI 10.35587/brj.ed.0000313

SOBRE O ORGANIZADOR .usiiiaisiso aves icaioisdininasana gaia uai brand can nia dd na nd 218

CAPÍTULO 01

INCIDENCIA DE LOS SMARTPHONE EN EL DESARROLLO DE LA PLASTICIDAD CEREBRAL EN NINOS DE 0 A 6 ANOS, EN UN CONTEXTO DE ALTA VULNERABILIDAD.

José Manuel Salum Tomé

PhD, Doctor en Educacion Universidad Autonoma de Madrid. Institución: Universidad Católica de Temuco.

Dirección: Calafquen 1100, Temuco, Cautin, Chile.

E-mail: josesalumtdgmail.com

RESUMEN: El proyecto de Investigación que se presenta a continuación apunta esencialmente a una revisión sistemática respecto al uso de los Smartphone en el desarrollo de la plasticidad cerebral de los nifios con edades comprendidas entre O y 6 aos. Esta revisión estará compuesta de tres grandes categorías de contenido: Intelectuales, actitudinales y conductuales, cada una de las cuales está conformado por un número determinado de Habilidades, las cuales serán expresadas según las distintas revisiones sistemáticas, incluyendo literatura gris, las que darán base y fundamentos teóricos y prácticos que permitirían la deducción de nuevas investigaciones.

PALABRAS CLAVES: Smartphone, plasticidad cerebral, desarrollo, habilidades conductuales

ABSTRACT: The research project that presents a complete update for a systematic review regarding the use of smartphones. The development of cerebral plasticity in children aged between O and 6 years.This review is composed of three complete categories of content: Intellectual, attitudinal and behavioral, all definitions are made up of a certain number of Skills, which are expressed in the various systematic versions, including gray literature, which will provide the basis and theoretical foundations and practical ones that allow the deduction of new investigations

KEYWORDS: Smartphones, brain plasticity, developmen, behavioral skills.

1. INTRODUCION

Una vez expuesta la revisión de literatura y diferentes estudios en relación a lo mencionado, objetivar que la dependencia y el mal uso de los Smartphone en los niÃos inciden negativamente en la neuroplasticidad cerebral, el cual en últimos términos es producto de lo anterior que se expresa en mala conducta, baja autoestima, bajo nivel cognitivo según corresponda a su edad y habilidades asociadas.

A partir de los resultados de este análisis cuantitativo y cualitativo (mixto), podremos clasificar el nivel de desempehfio eficiente de los niÃos según su edad.

Al no existir estudios de índole meta-análisis que nos permitiria reflejar una búsqueda más avanzados con un grado de evidencia mayor, el actual se limita a realizar un estudio de revisión sistemática.

Este proceso de investigación permite facilitar y dilucidar los mitos de los padres que el uso del Smartphone en sus hijos “los vuelve más intelectuales”.

Está claro que el desarrollo tecnológico avanza día a día, teniendo acceso una mayor parte de la población a estos medios tecnológicos, sin medir las consecuencias del freno neuronal que se produce en los nifos menores de 6 afios en el uso de los celulares Smartphone indiscriminada y discriminadamente sin percibir la noxa en los

nifos, de un contexto socioeconómico de alta Vulnerabilidad.

2. FORMULACIÓN DEL PROBLEMA

En los últimos aios el ingreso de estos dispositivos al mercado chileno ha crecido constantemente, ya sea en la casa o en la escuela, generando notables cambios en el comportamiento de las personas, cambiando de esta forma los estilos de vida o sus actitudes, por esta razón es importante entender y dimensionar el verdadero efecto que ha generado este movimiento tecnológico. Los Smartphone influyen en los estilos de vida de las personas cambiando sus hábitos ya pre- establecidos facilitando la comunicación e información de una forma ágil y práctica. De esta forma se ha creado una dependencia tecnológica transformando los canales tradicionales en canales de comunicación más diversificados.

Se hará una investigación mixta cuantitativos y cualitativos que nos ayudara a tener más clara la influencia que tienen los Smartphone en los usuarios, de forma más real y verídica. El mal uso de los Smartphone tanto en el hogar como jardines infantiles y primer nivel educativo en chile, ha ayudado al freno de la plasticidad cerebral de los nifos de O a 6 afios de edad, situación que se da en sectores de alta vulnerabilidad.

La propuesta que se presenta en este proyecto de investigación es una evaluación de carácter formativo que está orientado a mejorar la calidad de educación de jóvenes de un contexto social vulnerable.

La llegada de los teléfonos inteligentes en nuestra vida diaria sin duda cambiado nuestras vidas sin duda ha cambiado nuestro desarrollo neuronal.

El cerebro no es una materia inerte y fija, pero es una verdadera unidad central del ser humano. Es de gran plasticidad, las conexiones neuronales se están desarrollando todos los días y la estimulación cerebral desencadena la creación de nuevos circuitos neuronales.

Esta estimulación permite el proceso tradicional del aprendizaje y esto ha permitido a los seres humanos adaptarse y evolucionar. Siendo las herramientas digitales potentes estimuladores, participan, al igual que otros elementos, en la modificación de nuestro cerebro.

Para 2018, las estimaciones predicen que un tercio de la población mundial tendrá un teléfono inteligente. Esto representa al menos 2,6 millones de usuarios en todo el mundo. Y para muchos, el teléfono móvil se ha convertido en un objeto cotidiano indispensable. Para comunicarse, intercambiar con otros, sino también para seguir las noticias o incluso divertirse. En promedio, los usuarios pasan al menos 4,7

horas al día en sus teléfonos inteligentes.

3. MARCO TEÓRICO

La Organización Mundial de la Salud (1982) define el término neuroplasticidad como la capacidad de las células del sistema nervioso para regenerarse anatómica y funcionalmente, después de estar sujetas a influencias patológicas ambientales o del desarrollo, incluyendo traumatismos y enfermedades.

Otros autores indican que la neuroplasticidad es la potencialidad del sistema nervioso de modificarse para formar conexiones nerviosas en respuesta a la información nueva, la estimulación sensorial, el desarrollo, la disfunción o el dafo. En general, la neuroplasticidad suele asociarse al aprendizaje que tiene lugar en la infancia, pero sus definiciones van más allá y tienen un recorrido histórico. Hay diversos componentes bioquímicos y fisiológicos detrás de un proceso de neuroplasticidad y esto lleva a diferentes reacciones biomoleculares químicas, genómicas y proteómicas que requieren de acciones intra y extra neuronales para

generar una respuesta neuronal.

El sistema nervioso cuenta con extraordinarias propiedades con capacidad de modificación dinámica, un “producto nunca terminado” resultado de la interacción entre factores genéticos y ambientales. La neuroplasticidad comprende todas las propiedades del cerebro relacionadas con las constantes modificaciones de su estructura y se aplica a una gran cantidad de fenómenos tales como la neurogénesis en los adultos, la reorganización de mapas corticales o los cambios sinápticos asociados a la memoria y los hábitos. Para que un cambio sea una manifestación de plasticidad funcional debe expresar un proceso activo de readaptación ante los requisitos del entorno. A su vez los procesos activos deben implicar cambios en alguno de estos mecanismos: número de sinapsis, eficacia de las sinapsis y características neuronales intrínsecas.

Existen mecanismos celulares y moleculares de los fenómenos de neuroplasticidad, los cuales se organizan en torno a la plasticidad por crecimiento: regeneración axonal, colateralización, sinaptogenesis, neurogénesis y la plasticidad

funcional que indica cambios en la eficacia de la transmisión sináptica.

4. CIENTÍFICOS DE LA UNIVERSIDAD DE ZÚRICH (SUIZA) Y FRIBURGO (ALEMANIA)

En un estudio publicado en la revista Current Biology en diciembre 2014, dada la reciente obsesión por los móviles inteligentes decidieron explorar la plasticidad del cerebro en situaciones cotidianas y analizar cómo el uso de los dedos en el manejo de los celulares con pantalla táctil lo moldea, produciéndose una mayor actividad cerebral.

Cada región del cuerpo tiene un área específica en el centro emocional del cerebro, donde se procesa su información, la cual es flexible y puede cambiar.

Los investigadores estudiaron la activación del córtex sensorio-motor, que se activa con el movimiento de los dedos. Para ello realizaron electroencefalogramas que mediían la actividad de las regiones corticales del cerebro en 37 personas diestras, 26 de las cuales eran usuarios de Smartphone con pantalla táctil y 11 de celulares con teclados tradicionales.

Gracias al electroencefalograma registraron la respuesta cerebral cuando los usuarios de teléfonos inteligentes tocaban la pantalla con los dedos pulgar, índice y medio para poder luego compararla con la de personas que siguen usando los viejos móviles de teclados tradicionales.

Los resultados sugieren que los movimientos repetitivos sobre la superficie de las pantallas táctiles reorganizan el procesamiento sensorial de la mano, con actualizaciones diarias de las representaciones cerebrales de las puntas de los dedos. Los científicos concluyeron que la actividad eléctrica en el cerebro de los usuarios de teléfonos inteligentes aumentaba al tocar las puntas de los dedos pulgar, índice y corazón.

Asimismo, revelaron que el uso de las pantallas táctiles cambia la forma en que los pulgares y el cerebro trabajan en conjunto y que la cantidad de actividad del córtex cerebral asociada al pulgar y el índice era directamente proporcional a la cantidad de tiempo que se usaba el dispositivo inteligente. El procesamiento sensorial del córtex en nuestro cerebro es continuamente remodelado por la tecnología digital personal. El uso de los Smartphone es la herramienta ideal para estudiar la plasticidad cotidiana del cerebro humano.

A continuación presentamos estudios en los cuales se hace referencia a los inícios de la neuroplasticidad, la que esta asociada a cambios conductuales y luego detalla estudios de los cuales hemos revisado sistemáticamente, integrando algunos conceptos como: neuroplasticidad, rendimiento académico asociado al uso del Smartphone.

Las primeras evidencias experimentales de que la neuroplasticidad depende de la experiencia proveniente de los trabajos de Rosenzweig y Bennet realizados en los aos sesenta. Estos autores observaron a ratas criadas en ambientes enriquecidos y comprobaron que desarrollaban una corteza cerebral más gruesa, con más contactos sinápticos y un mayor número tanto de dendritas como de espinas dendríticas.

Erismann e Ivo Kohler realizaron un experimento en el que establecieron la asociación de la plasticidad y los cambios conductuales. En sujetos expuestos a lentes que invierten los campos visuales (viendo todo al revés), tras dias de esfuerzo y confusion, logran desenvolverse con relativa normalidad tanto para vestirse, comer o caminar, como para esquiar o montar en bici, y estos cambios conductuales estan emparejados a transformaciones en la corteza motora y la corteza parietal posterior Checking phones in lectures can cost students half a grade in exams Date: July 28, 2018.

Source: Taylor & Francis Group Verificar los teléfonos en conferencias puede costar a los estudiantes medio grado en los exámenes Fecha: 28 de julio de 2018

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Fuente: Grupo Taylor & Francis; Background: Los estudiantes rinden menos en los exámenes de fin de trimestre si se les permite el acceso a un dispositivo electrónico, como un teléfono o una tableta, para fines no académicos en conferencias, un nuevo estudio; Objetive: Investigadores de la Universidad de Rutgers en EE.UU. realizaron un experimento en clase para evaluar si dividir la atención entre los dispositivos electrónicos y el profesor durante la clase afectaba el rendimiento de los estudiantes en pruebas dentro de la clase y un examen de fin de trimestre; Methods: 118 estudiantes de psicologia cognitiva de la Universidad de Rutgers participaron en el experimento durante un periodo de su curso. Las computadoras portátiles, teléfonos y tabletas fueron prohibidos en la mitad de las clases y permitidos la otra mitad. Cuando se permitieron los dispositivos, se les pidió a los estudiantes que registraran

si los habían utilizado con fines no académicos durante la conferencia.

5. CONCLUSION

El estudio encontró que tener un dispositivo no disminuyo los puntajes de los estudiantes en las pruebas de comprensión dentro de las clases magistrales, pero si las puntuaciones más bajas en el examen de fin de trimestre al menos en un 5% o medio grado. Este hallazgo muestra por primera vez que el efecto principal de la atención dividida en el aula es la retención largo plazo con menos objetivos de una tarea de estudio recordada más adelante. Además cuando se les permitió el uso de dispositivos electrónicos en la clase el rendimiento también fue peor para los estudiantes que no usaron dispositivos, así como para los que lo hicieron.

Relationship among smartphone usage, addiction, academic performance and the moderating role of gender: A study of higher education students in India.

Relación entre el uso de teléfonos inteligentes, la adicción, el rendimiento académico y el papel moderador del género: un estudio de estudiantes de educación superior en la India Los enlaces de autor abren el panel de superposición Jogendra Kumar Nayak.

5.1 BACKGOUND

Los teléfonos inteligentes han penetrado en la vida de las personas a un ritmo más rápido en los últimos tiempos en la India. Se usan para varios propósitos además de hablar y enviar mensajes como chatear en vivo, buscar información, banca móvil y

entretenimiento, etc. Las discusiones sobre el teléfono inteligente se han hecho cargo

de las discusiones personales y las interacciones individuales entre personas. El uso se ha vuelto tan alto que se ha convertido en adicción en muchos casos.

2 OQBJETIVE

En este estudio, se midió la adicción de los teléfonos inteligentes al rendimiento académico de los estudiantes y también se verificó el efecto del género y el estado de las relaciones en el uso y la adicción a los teléfonos inteligentes. El uso de teléfonos inteligentes se midió con la ayuda de la cantidad de tiempo que pasaron en el teléfono y la factura mensual.

5.3 METHODS

Se elaboró y administró un cuestionario a 429 estudiantes de educación superior en la India para verificar la adicción, el efecto en el rendimiento y el uso de teléfonos inteligentes, junto con las principales utilidades de un teléfono inteligente y el perfil demográfico de los encuestados.

5.4 CONCLUSIÓN

Los resultados muestran que el uso es más en el caso de las mujeres que los estudiantes varones. Sin embargo, el efecto sobre el rendimiento es severo en el caso de los estudiantes varones. Además de los cambios de comportamiento, se encontró que las estudiantes apenas tenían ningún efecto sobre la adicción a los teléfonos inteligentes, a diferencia de los estudiantes varones que se descubrió que descuidaban el trabajo, se sentían ansiosos y perdían el control de sf mismos. Sin embargo, el efecto sobre el rendimiento es severo en el caso de los estudiantes varones.

La adicción al teléfono celular que dafia el rendimiento académico es "una posibilidad cada vez más realista" Fecha: 28 de agosto de 2014, fuente: Baylor University.

5.5 BACKGROUND

Las mujeres estudiantes universitarias gastan un promedio de 10 horas al día en sus teléfonos celulares, mientras que los hombres estudiantes universitarios gastan casi ocho horas, según un estudio sobre la actividad del teléfono celular. "A medida que aumentan las funciones del teléfono celular, las adicciones a esta pieza de tecnología aparentemente indispensable se convierten en una posibilidad cada vez más realista", sefialaron los investigadores.

5.6 OBJETIVE

El estudio sefiala que aproximadamente el 60 por ciento de los estudiantes universitarios admiten que pueden ser adictos a su teléfono celular, y algunos indicaron que se agitan cuando no está a la vista, dijo Roberts, autor principal del artículo "The Invisible Addiction: Cellphone Activities and Addiction". Entre estudiantes universitarios masculinos y femeninos”.

5.7 METHODS

El estudio, basado en una encuesta en línea de 164 estudiantes universitarios, examinó 24 actividades de teléfonos celulares y descubrió que el tiempo dedicado a 11 de esas actividades difería significativamente entre los sexos. Algunas funciones, entre ellas Pinterest e Instagram, están asociadas significativamente con la adicción al teléfono móvil.

5.8 CONCLUSION

De las principales actividades, los encuestados informaron que pasaron la mayor parte del tiempo enviando mensajes de texto (un promedio de 94.6 minutos al día), luego enviando correos electrónicos (48.5 minutos), revisando Facebook (38.6 minutos), navegando en Internet (34.4 minutos) y escuchando sus iPods (26.9 minutos).

Los hombres envían la misma cantidad de correos electrónicos pero pasan menos tiempo en cada uno. "Eso puede sugerir que están enviando mensajes más cortos y más utilitarios que sus contrapartes femeninas”, Roberis.

Las mujeres pasan más tiempo en sus teléfonos celulares. Si bien ese hallazgo es algo contrario al punto de vista tradicional de que los hombres están más comprometidos con la tecnología, "las mujeres pueden estar más inclinadas a usar teléfonos celulares por razones sociales como mensajes de texto o correos electrónicos para establecer relaciones y mantener conversaciones más profundas”. El uso excesivo u obsesivo del teléfono celular también puede causar conflictos dentro y fuera del aula: con profesores, empleadores y familias. Y "algunas personas usan un teléfono celular para eludir una situación incómoda. Pueden fingir que atienden,

enviían un mensaje de texto o revisan sus teléfonos", Roberis.

6. CONCLUSIONES A partir del presente estudio y revisión sistemática bibliográfica además de textos de literatura gris, nos permiten demostrar y objetivar que la dependencia y el

mal uso de los Smartphone en los niÃos inciden negativamente en la neuroplasticidad

8

cerebral, el cual en últimos términos es producto de lo anterior que se expresa en mala conducta, baja autoestima, bajo nivel cognitivo según corresponda a su edad y habilidades asociadas.

Como también demostramos en nuestra revisión, indicamos que el uso excesivo de los Smartphone, inciden estrechamente en el desarrollo de la plasticidad neuronal de los nifos de O a 6 aÃfos de edad, donde según los estudios de anatomo- fisiologia neurodesarrollante indican que es el periodo donde se presenta la mayor cantidad de modificaciones en la forma de los giros y surcos cerebrales los cuales se traducen en últimos términos en forma intelectual, actitudinal y conductual.

El estudio afirma además que quienes utilizan los móviles inteligentes son personas calificadas de “pensadores intuitivos”, es decir que confían en sus instintos a la hora de tomar una decisión. No obstante, para los científicos, las personas de mayores inteligencias son las que son más analíticas y menos intuitivas. Consideran que a partir de la historia de la humanidad las personas tienden a evitar gastar energia para resolver un problema y “todo parece indicar que parece probable que las personas usen cada vez más sus smartphones”.

Por último, el presente estudio deja abierto la posibilidad de la investigación

mixta de carácter observacional y/o experimental.

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CAPITULO 02 EVALUACIÓN INSTITUCIONAL DE LA GESTIÓN UNIVERSITARIA.

Cresencia Barrios de Morínigo

Máster en Ciencias de la Educación por la Universidad Nacional de Pilar. Paraguay. Universidad Nacional de Pilar. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación Calle Palmas y Tacuary. Pilar. Paraguay

E-mail: cprantte20126O gmail.com

Lida Valenzuela de Brull

Máster en Ciencias de la Educación por la Universidad Nacional de Pilar. Paraguay Universidad Nacional de Pilar. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación Calle Palmas y Tacuary. Pilar. Paraguay

E-mail: lida valenzuelaWhotmail.com

RESUMEN: Este trabajo describe la percepción respecto a la evaluación institucional de la gestión universitaria desde la mirada de los gestores académicos de siete facultades de la Universidad Nacional de Pilar, Paraguay, aho 2018.Se hace necesario el abordaje del tema considerando que la evaluación de la gestión es un mecanismo primordial que permite ofrecer servicios de calidad a la Educación Superior. Por ello, el propósito de la investigación es estimar la percepción de los gestores académicos sobre la evaluación institucional de la gestión universitaria. La metodologia implementada adoptó un enfoque mixto, por una parte, el cuantitativo, con disefio observacional, retrospectivo, trasversal y descriptivo, utilizó la encuesta como técnica de recolección de datos, a través de un instrumento documental, cuestionario estructurado aplicado a docentes, funcionarios y alumnos; el semiestructurado para la entrevista a las autoridades, y por otra parte, fue cualitativa para la interpretación de los datos arrojados durante las entrevistas realizadas a los directivos y la descripción de actitudes y manifestaciones de los encuestados. La población de estudio lo conformaron 4.538 participantes, aplicândose un muestreo estratificado sistemático, con un margen de error admitido de 5 %, y nivel de confianza del 95 %, conforme a los objetivos de la investigación. El análisis de los resultados demostró que la mayoría de los actores académicos consideran a la evaluación institucional como una oportunidad para la mejora de la gestión en la UNP, en menor porcentaje se evidenció indiferencia hacia el tema, se hace necesaria la concienciación sobre el mismo.

PALABRAS CLAVE: Evaluación institucional; Gestión universitaria; Gestores académicos; Calidad educativa.

ABSTRACT: This report described the perception in respect to the institutional evaluation of University management from the point of view of the academic managers of seven of the faculties of the National University of Pilar in the year 2018. Tackling this topic was necessary considering that management evaluation is a primordial mechanism that permits the offering of quality services to higher education. For that reason, the goal of this investigation is gauge the perception of academic managers in

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the institutional evaluation of University management. The methodology implemented adopted a mixed focus. On one hand, quantitative, with an observational, retrospective, transversal and descriptive design and the use of a survey, in the form of a documentary tool, in order to collect data: a structured questionnaire was given to professors, employees and students, a semi-structured questionnaire was used to interview the authorities. On the other hand, qualitative, in the interpretation of the data collected during interviews with the directors and the descriptions of the attitudes and manifestations of the people interviewed. The total number of participants was 4.538, where a systematic stratified sampling was used, a margin of error of 5 % was allowed and trust level was at 95 %, in agreement with the objectives of the investigation. The analysis of the results demonstrated that the majority of the academic participants considered institutional evaluation an opportunity to better the management of the Nationals University of Pilar; a small percentage demonstrated indifference towards the topic which demonstrates the necessity of bringing awareness to the subject.

KEYWORDS: Institutional evaluation; University management; Academic managers; Educational quality.

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1. INTRODUCCIÓN

El presente informe es el resultado de una investigación formativa o de aula en la Universidad Nacional de Pilar, Paraguay (UNP), implementada como una estrategia de innovación educativa, con el propósito de aprender a investigar-investigando; fue realizada con la participación de los alumnos del cuarto curso de la carrera Ciencias de la Educación de la Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación.

El estudio recoge las ideas, las teorías, los esfuerzos, las acciones y las opiniones de los actores educativos respecto a la evaluación institucional, con el propósito de instalar la cultura evaluativa en la gestión universitaria. Es el resultado de una investigación bibliográfica y de campo, que incluyó los contenidos del programa de estudios de dos asignaturas involucradas, Evaluación Institucional y Proyectos Educativos Ill del Cuarto curso de la carrera mencionada, así mismo es el resultado de un proceso de elaboración y profundización del aprendizaje autónomo de los alumnos, que permite contrastar el marco teórico con las vivencias y experiencias de la evaluación institucional y la gestión universitaria.

El objetivo principal de la investigación fue detectar la percepción de los gestores académicos sobre la implementación de la Evaluación institucional en la gestión de la UNP. Además, se buscó desarrollar tres objetivos específicos: - Caracterizar el proceso de implementación de la evaluación institucional en la gestión de la Universidad, por la comunidad educativa universitaria. - Conocer las herramientas de gestión implementadas para la efectividad de los procesos evaluativos de la UNP. - Identificar los conocimientos que poseen los gestores académicos sobre la implementación de la Evaluación Institucional con miras a

mejorar la Gestión.

2. MARCO TEÓRICO

2.1 EVALUACIÓN INSTITUCIONAL

La evaluación institucional posee actualmente una singular importancia según la opinión de Aguilar Hernández (2001): “Las universidades públicas, en la actualidad, deben someterse, cada vez con más frecuencia, a procesos de evaluación interna y externa, que hasta poco eran inusuales”(p.23), en este contexto, Martín & Rouhiainen (como se citó en Ademar Ferreyra, Marín Gallego y Osorio de Sarmiento,20015) destacan que el crecimiento, la diversidad de ofertas y la proliferación de las

instituciones privadas de los sistemas de educación superior han instalado una

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interpelación de la sociedad a nivel mundial sobre la calidad de los procesos y resultados de la educación superior, generândose según estos autores, la necesidad del aseguramiento de la calidad de la educación a través de un sistema de evaluación institucional y de Acreditación de programas académicos y de Instituciones.

Según Ademar Ferreira et al, (2015), destacan que, el fenómeno de la globalización en su relación con el mercado, hace que los conceptos de eficiencia y eficacia, así como el control y el manejo de los distintos campos de la ciencia y la tecnología por parte de la nueva sociedad del conocimiento, ubican a la universidad en una situación de crisis como consecuencia de la pérdida parcial de su condición de ser la exclusiva productora y poseedora del saber. Esta situación la obliga a vincularse, cada vez más, con los desarrollos del mundo social e industrial y con los avances de la ciencia y la tecnología y, aunque sigue produciendo conocimiento, debe colaborar más con la sociedad.

En este contexto, es relevante considerar la gestión institucional como unidad y totalidad; la gestión de la universidad como complejo institucional, con este enfoque la Comisión Nacional de Evaluación y Acreditación Universitaria (CONEAU, 2000), expresa que “la gestión institucional está compuesta por un conjunto de factores (recursos, procesos y resultados) que deben estar al servicio y contribuir positivamente al desarrollo de la docencia, la investigación y la extensión”, cuyo

objetivo básico es “...conducir al desarrollo integral de la institución y no a una asociación de unidades académicas aisladas”. (p.14)

Al respecto, Noguirea & Góngora (2000) mencionan aspectos fundamentales sobre la gestión institucional, ésta debe incluir instancias orgánicamente institucionalizadas responsables de disefiar y organizar en forma integral los procesos universitarios (mecanismos y procedimientos para la toma de decisiones, con relación a la gestión administrativa, selección de elementos que permiten facilitar el flujo de la información hacia adentro y hacia afuera de la institución, la selección y contratación de personal, para la marcha de la institución, etc.) y por último que la gestión universitaria debe incorporar los mecanismos que aseguran la libertad de cátedra y la autonomia académica de la institución.

Considerando este análisis sobre la gestión universitaria, la evaluación institucional, tal como lo enfatizan Perozo, Gonzalez, & Jiménez (2012), constituye una salida viable para la revisión constante y sistemática a la que deben someterse

las instituciones de educación universitaria, cuyo producto permita su permanencia

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como organizaciones de calidad que respondan a las necesidades presentes y futuras en el desarrollo del contexto social del cual forman parte. El reflejo de esa calidad se establece por medio de la eficiencia y eficacia en el cumplimiento de las funciones académico-administrativas del proceso educativo atendiendo a los principios del ser, hacer y conocer.

La búsqueda de la calidad a través de la evaluación institucional enmarcada en una cultura de evaluación como un valor fundamental, según Castellanos (2011), hace referencia al conjunto de fundamentos teórico prácticos, técnico-metodológicos, estructural funcionales de la evaluación educativa, creados y aplicados por los actores universitarios (evaluados y evaluadores). Todo ello con la finalidad de conocer, comprender, explicar e interpretar la calidad educativa alcanzada y tomar las decisiones para la mejora de los servicios educativos, enfocada hacia el cambio y a la transformación universitaria.

Por ende, cabe resaltar que la evaluación institucional es un factor imprescindible para buscar mejoras dentro de una institución de Educación Superior. Asimismo, es una herramienta para la transformación hacia la calidad educativa.

Conforme a lo expuesto, esta investigación, describe la percepción de la comunidad educativa sobre la implementación de la Evaluación institucional en la gestión de la UNP. Presenta las opiniones, expectativas y fundamentos teóricos que poseen los integrantes de la comunidad educativa, respecto a la implementación de este tipo de evaluación, con fines de acreditación.

La evaluación institucional se constituye en un mecanismo de aseguramiento de la calidad en toda gestión institucional u organizacional; en Paraguay, la Agencia Nacional de Evaluación y Acreditación de la Educación Superior (ANEAES), propone un “Mecanismo para la evaluación institucional”; a fin de contar con un instrumento que posibilite un diagnóstico de la calidad de la gestión institucional para el mejoramiento continuo y la instalación de una cultura evaluativa. (ANEAES, 2007).

Coincidiendo con lo planteado por Cruz (2009), la evaluación institucional debe ser una reflexión participativa de los actores universitarios de carácter permanente sobre la realidad institucional. La misma está orientada a la construcción de la calidad para la garantia interna de su aseguramiento, para lograr las mejoras y transformaciones necesarias para la pertinencia interna y externa como instituciones

de calidad y asumir responsablemente el compromiso social con el entorno.

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Por su parte, la ANEAES (2007), define la evaluación como “un proceso de análisis estructurado y reflexivo, que permite comprender la naturaleza del objeto de estudio y emitir juícios de valor sobre el mismo, proporcionando información para ayudar a mejorar y ajustar la acción educativa” (p.4).

La evaluación es una reflexión permanente sobre la acción, la cual está destinada a todos los actores de la comunidad educativa, de forma a facilitar la toma de decisiones confiables, sobre la información relevada del proceso desarrollado y, al mismo tiempo, provee información confiable a la sociedad en general. Según Bruner, citado por Villalba Benitez (2017), “las organizaciones exitosas son aquellas que logran modificar su modelo de gestión, adatándolas a las demandas del entorno, donde se encuentran insertas; exige que las universidades no deben ser indiferentes a los problemas de su alrededor, al contrario, debe abordarlos en forma crítica” (p.38).

Por tanto, la implementación de la evaluación institucional en las universidades constituye una estrategia que permite obtener mejores rendimientos, propicia la activa participación de la comunidad académica universitaria, en el análisis y la reflexión compartida de la realidad, y además, desarrolla al interior de la institución la cultura de la evaluación, elementos necesarios para la mejora continua y el aseguramiento de la calidad educativa.

2.2 GESTIÓN UNIVERSITARIA

La gestión de las universidades excede hoy la sola perspectiva institucional. Una buena gestión está asociada, al rol de la institución, pero también al del sistema universitario como conjunto y al del mismo Estado. (González, 2006).

Según Villalba (2017), la gestión de las universidades, se refiere a los distintos aspectos de su funcionamiento, incluso los relativos a la naturaleza, a la evolución del vínculo social y a las finalidades que los relacionan o fusionan en una sociedad dada. Es decir, la administración es un componente sustancial de los procesos de gestión, por cuanto no es posible llevar adelante la aplicación de instrumentos para lograr objetivos, sin los elementos económicos que los materializan. Es decir, “sin la administración, la gestión es sólo expresión de deseos, pensamiento... buenas intenciones” (Gutiérrez, 2008).

Fernández Lamarra, (citado por Villalba, 2017), sefiala: “El gobierno universitario es una de las cuestiones abiertas en el debate respecto de la situación universitaria actual. Los enunciados de las reformas de los aros 90 la problematizan

especialmente, poniendo en tela de juicio la eficacia o la eficiencia de los órganos

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colectivos, de carácter deliberativo y plural que los constituye, y las estructuras de representación involucradas” (p. 8).

En este sentido, la gestión universitaria, actualmente posee características dinámicas y complejas, que constituyen verdaderos desafíos e imprimen un nivel de exigencias en las instituciones (Maldonado 2016), continua destacando este autor, que las instituciones que aprenden, Ilamadas organizaciones inteligentes, por su capacidad de autorregulación, promueven el desarrollo del talento humano como principal estrategia para encontrar el camino hacia la calidad educativa.